18 janeiro 2008
16 janeiro 2008
14 janeiro 2008
Portugal pariu meio mundo
Quantos mais exemplos da hegemonia cromossómica lusa é que a bifalhada consegue por aqui?
10 janeiro 2008
Esfincter
http://pt.wikipedia.org/wiki/Esf%C3%ADncter
O que eu não sabia e descobri hoje é que falar inglês inibe o precioso controlo que conseguimos exercer sobre o dito musculo. É que hoje só saiu merda....
A expansão de um movimento
É com extremo orgulho (e uma lágrima no canto do olho) que faço o balanço de um movimento.
Começámos como movimento cultural e cedo passámos a movimento culturalmente político. Com visão crescemos em várias direcções, integrando membros que preparam os gabinetes para os sectores mais importantes da futura bifolândia, desde cultura (juntando músicos e guitarristas com pintores de uma classe mais moderna) à àrea da saúde e veterinária (há muito animal por aí), passando pela petroquímica e a mui moderna informatização tão necessária.
Cedo percebemos a necessidade de apostar na corrida espacial, colocando habilmente elementos em centros de conhecimento que permitirão atingir em 2027 a meta de colocar o primeiro algarvio na Lua, assim assegurado pelo shôre Presidente.
De facto, a evolução não se permitia mais dentro das fronteiriças amarras e delegações foram apontadas para a concertação internacional do movimento. Hoje podemos falar de representação bifiana em Inglaterra, Suécia, Espanha. Camaradas escolhidos a dedo preparam mesmo uma próxima expedição diplomática ao Japão. Não existe quem pare o crescimento do nosso movimento.
E agora? Haverá mais para fazer? Perguntam os ingénuos que nos observam arregalados. E o nosso Presidente responde-lhes da forma sapiente a que nos habitou, integrando mais um membro bif e colocando-o no caminho da conjuntura mediática. Falamos obviamente do astronauta spi...quero dizer Homem estupendo (com provas dadas em plataformas de informação tão privilegiadas como o Portal de Tavira ou o Jornal do Algarve), em rota de futura integração num Publico, num DN, ou mesmo (ouso sonhar assim tão alto) num Metro. Bem vindo!!
O futuro aguarda-nos...
09 janeiro 2008
Ok, este é que é o verdadeiro "Natal é quando o homem quiser"...

De novo, a piada teria mais piada se tivesse sido feita no Natal. Assim, olha (parafraseando algo que li há uns tempos) better late, then pregnant...
Num assunto não relacionado, o shôre Presidente, com p grande, poderia fazer-me o obséquio de convidar o meu irmão. É que o BIF manso mais novo também quer blogar por estes lados...
08 janeiro 2008
Natal é quando um BIF quiser

Para ver mais vão a http://www.johnandjohn.nl/
Ossos do ofício
E ser-se embaixador bifiano ainda é mais complicado.
Certo que tem os seus bons momentos, como encontrar-se com a mais alta representação britânica (tou a pensar em Kate Beckinsale, contactos a serem estabelecidos para o benefício do nosso orgão representativo...EU). Mas depois o gabinete também tem os seus deveres na luta inteminável pela promoção internacional do nosso movimento. Isto tudo porque, no dia 5 do mês que cruzamos, em modo piloto automático devido à ressaca das férias e especialmente do revelhão (espumante barato em vez de champagne a sério é sempre uma má opção), foi só pela obrigação diplomática que tive que sair de casa e representar a bifalhada no concerto deste senhor:

Wayne Shorter de seu nome...Aqui em Liverpool.
Do concerto ficou isto...(o shôre presidente escusa ler que é um bocadinho compridinho... :-P)
Well, the concert finished with a standing ovation which suggested that the public loved it and there was no doubt that, on its own terms, it was a success.
While Shorter took short solos playing soprano sax throughout, the emphasis was on the quartet and the orchestra, and he was lucky with his fellow musicians.
Drummer Brian Blade, wearing a broad grin, thrashed away at his drum kit as if having a ball, and John Patitucci climbed all over his double bass, while pianist Danilo Perez added a pulsating beat, often leaning across his grand piano to pluck the strings.
The Phil players tackled a fiendishly difficult series of scores with energy and accuracy, the woodwind and brass being given a particularly hard workout.
Shorter, looking nothing like his 74 years, but moving rather sedately, spoke but once to say that musically he was taking “the road less travelled” and had evolved. He was also delighted with his Liverpool audience. “I didn’t know you existed, you have been hiding it from CNN,” he declared.




