11 dezembro 2006

Moonspell - Noddy (Gato Fedorento)

Uma das apoteoses da televisão nacional foi emitida no passado domingo na RTP1, durante o programa do Gato Fedorento.
Para aqueles que perderam esse momento único, aqui fica o video. Chamo a vossa atenção para a cara do rapazote da plateia :D

09 dezembro 2006

micromachines

Amigos, companheiros, palhaços!

Venho, por este meio, propôr o desenvolvimento de uma nova actividade exclusiva BIF, a ter início já na época festiva.
Trata-se da organização de corridas com carros telecomandados em miniatura, em pistas caseiras inventadas pelos participantes. Para isto, é necessário um envolvimento imediato, no que diz respeito à aquisição dos respectivos carros (modelos com aproximadamente 6cm, muito rápidos, com recarregamento no telecomando), que será feito através do sócio João Henrique. Pede-se assim que entrem desde já em contacto com este, de preferência até dia 20, para efectivação dos meios líquidos da aquisição (16€ por unidade, valor superior ao partilhado anteriormente).


mais informações -> aqui

Espera-se que o nosso entusiasmo seja partilhado por todo o consórcio no que diz respeito a esta iniciativa, e aguarda-se desde já o contacto dos digníssimos membros.

uma vez mais, obrigado.

07 dezembro 2006

Recuperar o Flato

Na senda do tema iniciado por Doc Al-Kagóita sobre conceitos que se perdem na vida quotidiana desta sociedade opressora, importa relembrar o conceito de Flato. Deixo-vos com um estudo altamente científico, devidamente comprovado e testado por mim próprio. Inclusive na vossa presença.

Saudações BIFianas!


FLATO


1. O que é o flato? Do que ele é feito?

Flato, do latim flatus, significa sopro e é uma composição de gases altamente variável, expelida pelo ânus. É formado por parte do ar que engolimos, que é quase só nitrogênio e dióxido de carbono, pois o organismo absorve o oxigênio, e gases resultantes das reações químicas entre ácido estomacal, fluidos intestinais e flora bacteriana. Ou seja, dióxido de carbono, hidrogênio e metano.


2. O que faz os peidos federem?

O odor dos peidos vem de pequenas quantidades de sulfeto de hidrogênio (gás sulfídrico) e enxofre livre na mistura. Quanto mais rica em enxofre for sua dieta, mais desses gases vão ser produzidos pelas bactérias no seu intestino e mais os seus peidos vão feder. Pratos como cebola, couve-flor e ovos são notórios por produzirem peidos fedidos. Feijão, por exemplo, produz grandes quantidades de peidos não necessariamente fedidos.


3. Por que peidos fazem barulho?

Os sons são produzidos pela vibração da abertura anal. O som depende da velocidade da expulsão do gás e de quanto estreita for a abertura dos músculos do esfíncter anal.


4. Quanto gás uma pessoa normal produz por dia?

Em média, uma pessoa produz cerca de um litro de peido por dia, distribuído em cerca de 14 peidos diários. Pode ser difícil para você determinar o volume dos seus peidos diários, mas você pode estimar quantas vezes peida.Pense nisso como um pequeno experimento científico: anote tudo que você come e conte o número de vezes que você peida. Você pode inclusive anotar sobre o fedor deles. Você descobrirá uma relação entre o que você come, quanto você peida, e quanto seus peidos fedem.


5. Quanto tempo leva até que o peido chegue ao nariz de alguém?

Isso depende das condições atmosféricas, humidade e velocidade do vento, além da distância entre as pessoas também. Os peidos também se dispersam e sua potência nauseante diminui com a diluição. Condições excepcionais existem quando o peido é liberado numa área pequena fechada, como um elevador um quarto pequeno ou um carro, porque essas condições limitam a quantidade de diluente possível (ar) e o peido vai permanecer numa concentração perceptível por mais tempo, até que se condense nas paredes.


6. É verdade que algumas pessoas nunca peidam?

Não. Se elas estiverem vivas, peidam. Pessoas podem peidar até mesmo algumas horas depois de mortas.


7. Homens peidam mais que mulheres?

Mulheres peidam tanto quanto homens. O caso é que os homens têm mais orgulho disso.


8. Em que parte do dia um "gentleman" está mais sujeito a peidar?

Durante a manhã, quando estiver no banheiro. Isso é conhecido como "trovoada matinal". Se o gentleman conseguir uma boa ressonância, ele pode ser ouvido na casa inteira.


9. Por que feijão faz as pessoas peidarem tanto?

Feijão contém açúcares que seres humanos não conseguem digerir. Quando esses açúcares chegam em nossos intestinos, as bactérias fazem a festa e produzem um monte de gás. Outros produtores notórios de peidos são milho, pimenta, repolho e leite.


10. Um peido é mesmo só um arroto que saiu pelo lado errado?

Não, a frase "arroto é um peido maroto que subiu de elevador" é puro folclore. Arroto vem do estômago e tem composição química diferente de um peido.
Peidos têm menos ar atmosférico e mais gases produzidos por bactérias.


11. Para onde vão os peidos quando você segura eles?

Quantas vezes você segurou um flato, pretendendo soltá-lo na primeira oportunidade apropriada e depois descobriu que ele tinha "desaparecido" quando você estava pronto? Ele saiu lentamente sem a pessoa saber? Foi absorvido pela corrente sangüínea? O que aconteceu com ele? Os médicos concordam que o peido não é nem liberado nem absorvido. Ele simplesmente volta para os intestinos e sai depois. Isso reafirma o fato de que os peidos não são realmente perdidos, e sim adiados.

30 novembro 2006

chart



Desafio os membros a fazer com que aquela linha continue a subir (ainda que menos inclinada) no próximo mês, que se espera um mês com diversas actividades conjuntas da organização, e portanto cheio de eventos dignos de relato. Isto com o difícil objectvo de chegar aos mesmo registo dos tempos áureos dessa época gloriosa que foi Março de 2005.

26 novembro 2006

Acta da Primeira Reunião Social B.I.F.




Aos dezoito dias do mês de Novembro de dois mil e seis, pelas dezanove e trinta, decorreu na ilustre casa/apartamento/salão de jogos/antro de devassidão do excelso BIF que escreve estas palavras, a primeira reunião social do nosso respeitável grupo com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1. Petiscar;
2. Ir bebendo qualquer coisa;
3. Jantar a sério;
4. Jogar honestamente repetidas partidas de Poker;
5. Limpar-me as garrafas todas;
6. Sair de uma forma ordenada.

Estiveram presentes os digníssimos companheiros da batota, L.E., J.P.S., J.S., D.S., J.H. e P.D. Os membros impossibilitados de comparecer apresentaram bilhetes dos pais a justificar a ausência.
Após formalizadas as apresentações e respectivos cumprimentos, realizados de forma máscula e viril, o companheiro D.S. teve a bondade de iniciar a preparação do jantar com a colaboração dos diversos elementos que aguardavam pacientemente, fazendo cumprir os pontos número um e dois da ordem de trabalhos. J.S. garantiu a abertura dos diversos tintos que regaram de forma eficaz o jantar, permitindo consolidar o já agradável ambiente.
Após a confecção da janta procedeu-se à sua respectiva desgustação (ponto número três) acompanhada de animada conversa, de temática variada abrangendo temas actuais como política, sexualidade, a ausência de sexualidade e kick boxing entre vários.
Chegado o momento de cumprir o ponto número quatro, procedeu-se à preparação da mesa de jogo, onde não será demais destacar a qualidade dos vários elementos de jogo presentes, das fichas à própria toalha.
As diversas partidas de poker decorreram de forma agradável, acompanhdas da mais fina selecção de vinho do Porto, com pequenas fortunas ganhas, outras tantas perdidas sendo contudo de salientar a desporpocional sorte, comparativamente à qualidade de jogo, do membro J.P.S, que mereceu comentários justos dos outros particpantes, como "comé qué possível", "que filho da puta", "não acredito", "aahh, quee, ooh", "MOOSSS" de entre outros.
Sem grande esforço o ponto número cinco foi cumprido assim como o número seis, confirmando o grande nível dos vários presentes da agradável jogatana, encerrando assim, por volta das cinco da matina o encontro.
No final repetiram-se os cumprimentos entre os vários membros, saudando particularmente L.E. pela sua disponibilidade em patrocionar o encontro. A ti, um bem-haja.

Faro, vinte e seis de Novembro de dois mil e seis