29 março 2009

«Mankind is no Island»

Até onde vai a nossa indiferença?
Até quando iremos evitar de olhar para "eles"?

Qual é coisa qual é ela.....

....que vai estar na África do Sul em 2010....





....em vez de uns certos atrasados mentais....





"Se todos fizessem o que eu fiz, éramos campeões do Mundo"

Ora, aqui está algo que desafia os limites da minha capacidade de compreensão

Dizer que se é vegan porque se curte os animaizinhos (empatia é sempre uma boa coisa, sou o primeiro a admitir essa merda), e, no entanto, conseguir estar-se completamente a cagar para fazer reciclagem, poupar energia e outras questões que tais. No meu mundo, elas estariam relacionadas...

Porque acordei num tom pensativo. Ia pôr filosófico, mas isto não me soa a grande filosofia, por isso...

É estranho, quando nos bate as consequências da vida que escolhemos. Não que haja algo de errado com a escolha em si. Tudo traz consequências e, para ser realista, a vida nunca é e nunca será uma conjugação de momentos felizes, uns atrás dos outros. Pensar que isto realmente acontece (ou até mesmo deseja-lo) é, provavelmente, ser-se o maior tolo que poderá existir. Por isso mesmo, o que advir da escolha que fazemos não há-de ser bom no seu todo. Aceitação é devida nestes momentos.

Mas aceitação realmente não trás grande paz de alma. Percebe-se apenas a futilidade de desejar que as coisas pudessem ter corrido doutra forma. E é então que nos bate as consequências da vida que escolhemos.

Isto tudo para dizer que em Setembro uma miuda, que teve a paciência de me aturar e achar que até podíamos ser bons amigos, vai bazar. Isto bateu-me forte ontem (um bocadinho de álcool pode ter ajudado à coisa), e depois, com alguma ajuda (cortesia da miga que tá lá sempre a apoiar um gajo estranho, props!!) chega-se à conclusão de que pelo menos ainda vai acontecer um bom par de vezes. Porque é assim para quem anda de um lado para o outro, a dizer que faz ciência, consequências desta vida que se escolhe.

E isto deixa-nos em modo pensativo.

26 março 2009

25 março 2009

la la la la.....

Correndo o risco do Tiago não me falar na Páscoa..... :D



(..."curto" o som da águia, com o símbolo a passar. Não viram? Não aguentaram até ao fim? :p)

Vá, isto foi para animar a malta, não levem a mal :)

24 março 2009

Ainda o Papa...

O último programa de "O amor é" com o Júlio Machado Vaz, sobre o polémico e longo tema das declarações do Papa. 
É verdade que já aborrece estar a "bater no ceguinho", mas se tiverem cinco minutos para ouvir creio que vale a pena. 

Serviço publico, porque é para isso que cá estamos...

Isto é que é ser amigo...O Tiago tá tão chateado com o jogo da taça, que vou dar espaço de manobra para os comentários habituais e tudo, eheheh. E porque só funciona bem em inglês até vou cair na cena do estrangeirismo emigrantil de dizer I even wet myself a bit when I saw this...

Tour Europeia

Datas para a tour europeia do shore engenheiro e a sua banda prog groove psychafunkadelic "Fugitives of the Arkham Asylum orchestra":

9 de Abril - Fare
10 de Abril - Fare
11 de Abril - Fare
12 de Abril - Fare
13 de Abril - Fare
14 de Abril - 1ª parte em Fare, 2ª parte em Liverpool

23 março 2009

Descobrindo coisas... John Martyn 1948-2009

John Martyn morreu no inicio deste ano, algures num dos dias perdidos de Janeiro. É necessariamente estranho perceber que um gajo de que nunca tinha ouvido falar há um mês atrás, assim de repente preenche um espaço que nem sequer sabia que tinha. Ou seja, pondo contexto no texto:

Bob Dylan e o resto dos canto autores que surgiram nos anos sessenta nunca me disseram muito. E sacrilégio dos sacrilégios, os anos sessenta sempre me passaram muito ao lado. Nunca compreendi a atracção pela década. Sempre achei que sabia a pouco, especialmente quando os anos setenta vieram a seguir e trouxeram tanta coisa mais (evolução, bem sei mas...). Até que ouvi John Martyn (as gravações da BBC com Danny Thompson no baixo são obrigatórias). E aqui perco-me porque não tenho retórica suficiente para descrever a sua musica (convenhamos que até ao final da década de setenta. A partir dos anos oitenta a coisa fica mais estranha). Folk é demasiado simplista e, fusão para ser sincero, não explica grande coisa. Apenas que me perco na musica dele, em atmosferas estranhas que seduzem um gajo sem ele perceber bem como...